No Cosmos, a evolução dos corpos estelares está relacionada às suas
massas. Na sua fase final, uma estrela com até 10 MS (massas solares), com o
esgotamento do seu combustível nuclear, torna-se Gigante Vermelha, com
atmosfera inflada e tênue.
Com a diminuição progressiva da sua pressão interna, passa a ejetar em
alta velocidade a maior parte dos seus gases; tornando-se uma Anã Branca, altamente
densa e pouco luminosa, que se tornará Anã Negra, Estrela de Nêutrons ou
Supernova.
Já uma Supernova surge da explosão de uma estrela massiva, com mais de
10 MS, tornando-se Estrela de Nêutrons ou Buraco Negro. Caso uma Anã Branca tenha
massa acima de 1,4 MS (limite de Chandrasekhar), explodirá como Supernova.
Em ambos os casos, a explosão varrerá com violência todo o espaço
sideral, destruindo os mundos ao seu redor. Sendo que, desde a fusão nuclear
dos átomos até a explosão de uma supernova, universos são formados a partir dos
seus predecessores.
Seguindo essa premissa, para Kheine, é dessa maneira que universos se “recriam”;
ou seja, criam versões de si mesmos, abandonando a maneira como outrora se
manifestavam, significando que estes universos se transformaram.
Seguindo esse princípio, universos são criados, sustentados e
transformados em infindáveis “recriações” (versões novas) de universos anteriores.
No caso da Nebulosa Helix, a morte da Gigante Vermelha fez nascerem inúmeros
mundos ao seu redor.
Referência Bibliográfica:
KHEINE, Kabhoz Kahim. O Despertar do Ser Humano Divino. Epifânia Angélica por Frater Angelumes. 2 ed. Guarulhos: UICLAP, 2026. p.262-264.
Crédito da Imagem:
NASA, ESA/Hubble. Helix
Nebula: HST/CTIO Image. Site, imagem HD, 2004.
Disponível em:
https://esahubble.org/images/opo0432b/.
O UNIVERSO LOCAL
Imagem da Via Láctea vista da Terra, do ponto de vista humano tridimensional. No círculo à direita vê-se o Braço de Sagitário em direção ao brilhante Centro Galáctico. No círculo à esquerda, o Braço de Perseu, em direção à Borda da Galáxia. A massa de estrelas visíveis, presentes em ambos os círculos, que envolvem o Sistema Solar e a Terra, pertencem ao Braço de Órion. Crédito da Imagem: Panorama de todo o céu em 360 graus. In: Via Láctea 2.0 de Axel Mellinger, 2001. Disponível em: |
IMAGENS DA VIA LÁCTEA |
.jpg)





como assim...."o universo se recria"??
ResponderExcluirgostaria de entender...'recria"...então já foi criando antes??
ou é um universo novo.....braços
Prezada Rochele, agradecemos a pergunta. Segundo Kheine, "universo" literalmente significa "roda (girante) única"; e este "girar da roda" se aplica à órbita eletrônico de um átomo, ao campo eletrônico da alma humana, ou rotação de um planeta, estrela ou galáxia, indistintamente. Assim, existem universos dentro de universos, cuja unicidade depende do campo de visão e consciência do observador. Dessa maneira, universos são criados ou aniquilados a todo momento, desde a fusão ou a fissão nuclear de um átomo, até a explosão de uma estrela antiga que gera uma supernova. Nesse último, um "universo" precedente (a estrela antiga) se "recria", no sentido de que esta "recriou" (criou novamente) uma versão nova de si mesma. Quanto ao conceito de "recriar", veja por favor a seguinte página:
Excluirhttps://www.dicio.com.br/recriar/
minha dúvida sobre "recriar o universo" pensei que criasse novos universos....mas "recriar"???..não consegui captar...se puder me ajudar....gratidão _/\_
ResponderExcluirPrezada Rochele, "universos", no sentido explicado acima, são criados, sustentados e aniquilados, em infindáveis "recriações" (versões novas) de "universos" precedentes. No caso da Nebulosa NGC7293, a explosão da supernova devastou todos os mundos (planetas e estrelas), contudo, criou novas estrelas (mundos) a partir das "nuvens moleculares" à sua volta. É interessante salientar que o nosso Sol provavelmente também nasceu da explosão de uma estrela supernova ancestral. Veja a página a seguir:
Excluirhttp://www2.uol.com.br/sciam/noticias/uma_supernova_desencadeou_a_formacao_do_nosso_sistema_solar_.html